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- Existe diferença entre difícil e impossível. Nem td o q é difícil d ser realizado é impossível de ser conquistado. ow.ly/i/DYZT----5 days ago
A Elite do Coaching no Brasil
Se você acredita que ser líder é algo nato, saiba que a liderança está muito mais associada à aprendizagem do que ao talento pessoal. Portanto, ampliar seus conhecimentos e experiências é essencial, se você deseja ocupar um cargo de comando. “Há pessoas que têm carisma e atraem outras com facilidade para junto de si”, afirma a publicitária Erika Knoblauch. “Ainda assim, há muito a aprender para ajudar seus integrantes a crescer e trazer resultados efetivos para o grupo”, diz. Membro da Associação Paulista dos Gestores de Pessoas, Erika defende que a liderança é uma característica que se desenvolve.
Exercitar o bom humor e desenvolver o relacionamento interpessoal são algumas das sugestões de especialistas em gestão. “Cumprimente as pessoas, interesse-se pelo que são, fazem e querem”, exemplifica Erika. O diretor-executivo da Sociedade Latino Americana de Coaching Mike Martins, sugere exercitar a liderança. “Se você ainda não está no mercado de trabalho, procure atividades voluntárias e grupos de estudo para praticar.” O médico Jô Furlan, pesquisador na área de Neurociência do Comportamento e autor do Programa Internacional de Desenvolvimento de Liderança Comportamental, lembra que muitos líderes buscam apenas o status e o salário da função. “Eles se esquecem da dedicação e da responsabilidade que a função exige”. Para Furlan, um bom líder deve ser um modelo para sua equipe, assim como ele deve ter alguém em quem se espelhar.
Navegue pelas abas abaixo e conheça as características básicas de um líder eficiente: Aparência: A forma como você se veste não pode, em hipótese alguma, ser motivo de piada. Isso comprometeria sua liderança. “Mulheres não podem usar blusas de barriga de fora ou roupas justas”, diz Erika Knoblauch, membro da Associação Paulista dos Gestores de Pessoas. “Cores extravagantes ou de muito brilho em ambiente corporativo também costumam não combinar”. Para os homens, é preciso cautela com roupas muito informais. “Na dúvida, opte pelo formal, pois dá menos margem ao erro”.
Não Centralize: É fundamental conhecer sua equipe para definir as funções de cada um. E para que o líder conquiste e mantenha o respeito, essa distribuição de tarefas deve ser feita de acordo com o estágio de maturidade de seu liderado. Não basta simplesmente largar uma determinada tarefa nas mãos de um colaborador. “Ficar atento ao momento de oferecer novos desafios é uma das principais qualidades de um bom líder”, diz Erika.
Amizades: O comportamento com amigos que convivem em um ambiente de trabalho é delicado e requer posicionamento claro entre as partes. “O amigo liderado não pode dirigir-se ao líder de maneira informal”, diz Mike Martins, diretor Executivo da Sociedade Latino Americana de Coaching. “É preciso muita atenção para não confundir a relação pessoal com a profissional”, explica Martins.
Happy Hour: Receber convites para “happy hours” ou festas é uma forma de estreitar relacionamentos. Aceitar é facultativo, dar uma resposta é mandatório. “Se aceitar, sua postura e fala serão observadas. Por isso, buscar pela moderação é sempre um bom caminho”, diz Erika Knoblauch. “Atenção às bebidas alcoólicas, aos trajes e conteúdos das conversas”. Para Mike Martins, o convite só é irrecusável se for da diretoria. “Pode ser uma boa oportunidade para realizar seu marketing pessoal. Caso contrário, negue, com um bom argumento.”
Redes Sociais: Evite assuntos polêmicos, opiniões radicais e fotos inadequadas nas redes sociais. Nunca faça apologias. “Utilize este espaço para promover seus talentos”, diz Mike Martins. Lembre-se: você poderá ser visto e lido pelos seus colaboradores, pares e seus líderes.
Fonte: http://bit.ly/J1b44y
* Por Mike Martins
Se você não está como deseja, seja profissionalmente, na aparência física, nas finanças, nas relações pessoais ou emocionalmente, há grandes chances de que limitações profundas e enraizadas estão limitando seu progresso.
Ser bem sucedido, bonito ou rico, por exemplo, não define o valor de ninguém. Entretanto, somos livres para também ter sucesso em todas as áreas da vida.
Vencendo as limitações, podemos aprender um passo fundamental para ir em direção a resultados sustentáveis. Mas como superar essas incapacidades? Abaixo, listo algumas dicas:
Toda vez que você vencer suas limitações, se reconectará com a esperança e as metas que foram bloqueadas atrás de sua parede mental. E isso lhe dará o impulso de motivação e de toda uma nova ótica sobre o que é possível.
Liberte-se e sucesso!
* Mike Martins é coach e Diretor Executivo da Sociedade Latino Americana de Coaching (www.slac.com.br)
Coaching vira alternativa à terapia e auxilia até em problemas de relacionamento
O coaching está cada vez mais consolidado no meio corporativo. Já há alguns anos as organizações e os próprios profissionais, de forma particular, recorrem a coaches para que estes auxiliem no desenvolvimento de competências, na resolução de dificuldades ou mesmo no alcance de metas.
Agora, o coaching começa a entrar mais a fundo na vida pessoal, íntima, familiar das pessoas. Virou uma alternativa à terapia, colaborando até em problemas de relacionamento. Existe, inclusive, o atendimento simultâneo com os cônjuges, o que chega a lembrar a terapia de casal.
“O foco será no que o casal quer, e não no que ele não quer. As abordagens de coaching ampliam o repertório do casal em relação às escolhas para atingir o que é desejado. Podem acontecer sessões individuais ou em pares”, explica Mike Martins, Diretor Executivo da SLAC (Sociedade Latino Americana de Coaching).
Mas, afinal, qual a diferença entre os dois? “O coaching é o processo de apoiar uma pessoa na identificação e criação de suas metas, desenvolvendo e acessando suas próprias competências internas. O foco é no resultado, e não no entendimento dos problemas”, afirma o coach.
“Já a terapia visa tratar problemas somáticos, psíquicos ou psicossomáticos, suas causas e seus sintomas, com o fim de obter um restabelecimento da saúde ou do bem-estar”, completa.
Para o diretor da SLAC, a vantagem do coaching é oferecer o apoio para o foco no futuro, criando-se um plano seguido de planejamento estratégico para o alcance do objetivo.
“No processo, utilizamos os recursos internos da pessoa para que ela se sinta segura enquanto planeja para se aproximar da meta. Com feedback e follow-up, permitimos que ela se mantenha motivada constantemente, de maneira autossustentável.”
Ser promovido, conseguir um bom emprego na sua área ou uma recolocação no mercado de trabalho. Não importa qual seja a meta do profissional, a missão do coach (treinador) é ajudá-lo a alcançar o êxito.
Por meio de um processo de coaching (treinamento), é possível desenvolver habilidades e potencialidades. Este treinamento também pode ser aplicado na vida pessoal. A boa notícia é que a carreira de coach tem se destacado no mercado.
Para o presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC), Sulivan França, o crescimento da profissão de coach está ligado aos resultados que o treinamento gera para as organizações. “As empresas perceberam que contratar um coach é viável pelo reflexo na produtividade dos funcionários”, afirma.
De acordo com França, quem busca estabilidade financeira e vasto campo de atuação deve apostar nesta carreira. Outro atrativo é a formação: para começar a atuar na área, a SLAC oferece um curso que dura apenas oito dias. O investimento é de R$ 5.900 e o retorno é de curto a médio prazo.
Segundo a SLAC, um coach recém-formado cobra, no mínimo, R$ 150 por sessão. Após dois anos de profissão, o valor pode subir para R$ 400. Em média, o coaching é aplicado em dez sessões.
Exemplo de profissional bem-sucedido na área é Mike Martins, de 32 anos. Desde que se formou coach, há dois anos, Martins viu sua carreira deslanchar. “Achei que seria um investimento interessante. Fiz o curso e em pouco tempo passei a receber uma avalanche de clientes”, afirma.
O crescimento na profissão o motivou a sair de Minas Gerais e morar em São Paulo. Atualmente, entre seus clientes estão esportistas de times profissionais de futebol. “Esse é um mercado altamente promissor. Basta estar preparado e escolher um nicho de atuação”, diz.
Fonte: Diário de São Paulo
Especialista indica planejar a carreira em curto, médio e longo prazo e rever objetivos depois de cada conquista.
Planejar a carreira em ciclos de seis meses, tendo como base metas mensuráveis para curto, médio e longo prazo é a recomendação do presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, Sulivan França, para quem começou o ano com o objetivo de conquistar uma promoção ou um emprego mais valorizado no mercado.
França considera planos de até seis meses como de curto prazo, de um ano como médio e longo prazo metas que tomem um ano e meio ou mais. “Se o profissional não tem uma necessidade imediata e começa a trabalhar com um prazo de 18 meses, ele parte para cursos longos, de pós-graduação, ou para especializações”, afirma. “Se ele quer cursos de 12 meses, pode partir para algumas especializações de período curto e se quer isso mais imediato um curso que muitas empresas já pedem no currículo hoje é um curso de formação em coaching, principalmente em cargos de liderança.”
França recomenda reavaliar as metas no fim de cada ciclo de seis meses, para readaptar as próximas metas e saber se elas ainda podem fazer diferença. “Todo momento é hora de reorganizar sua vida”, diz o especialista em gestão de pessoas.
À medida que o tempo passa, a realidade se altera e os valores pessoais também podem mudar. “Então a cada trimestre, a cada bimestre é momento de começar a se reorganizar, porque você já conquistou sua meta, que era de seis meses e você muda durante o processo.
“Muitas vezes você valoriza salário alto, aí chega um momento em que você está buscando qualidade de vida.”
Depois de alcançar as metas de longo prazo, nada de se acomodar. “É muita utopia da nossa parte, é muita prepotência a gente achar um dia que já conseguiu tudo o que queria. Se a gente parar para pensar sempre tem algo mais a buscar. Esse é um ponto fundamental, a pessoa saber se reorganizar – principalmente nesse começo de ano, quando acontece a maioria das promessas.”
Fonte: Portal Editora Abril
* Postado por Thais Volkweis in http://elloweb.com.br
Conhecido como um profissional que auxilia e instrui outros profissionais a desenvolverem a carreira acadêmica mais direcionada e mesmo o aperfeiçoamento profissional, o coaching é considerado uma das especializações em alta e mais promissoras. Segundo levantamento feito pela Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC), quem mais procura esse tipo de aperfeiçoamento são os psicólogos (22,3%), administradores (16,7%), profissionais de educação física (13,5%), publicitários (9,5%), médicos (7,5%), economistas (6,9%) e jornalistas (6,7%). Para Sulivan França, presidente da SLAC, quem trabalha com administração tem muito interesse especialmente pelo Leader Coaching, que é extremamente eficaz para desenvolvimento das competências de liderança.
Para quem procura adequar a carreira aos novos desafios e oportunidades, a Sociedade Latino Americana de Coaching oferece cursos de coaching de alta performance de acordo com a necessidade de cada profissional. Além da alta qualificação, a Sociedade é a única instituição que qualifica em MBA. De acordo com Mike Martins (foto), Master Coach e Diretor Executivo da SLAC, o curso é indicado para quem deseja desenvolver-se e atingir um processo mais sustentável na carreira. O curso ajuda também profissionais a estabelecerem metas e a estruturar um planejamento para que consiga levar adiante seus objetivos. “Os coaches formados na organização são preparados para assumir posições de liderança, além de se tornarem capazes de promover e disseminar a qualidade e o desenvolvimento na vida pessoal e profissional. Tudo isso através de uma linguagem acessível e direta, expondo as respostas que permitirão que os alunos, de um modo prático, aprendam o que é o coaching, como se faz, quem o faz e para que se faz”, explica Mike Martins.
Para Martins, as empresas estão começando a perceber a diferença entre o coach e as outras metodologias, motivo que estimula o crescimento desse mercado no Brasil. “As empresas nos procuram afim de implementar o repertório corporativo, catalisar mudanças e o coaching prepara esse processo. Nossa metodologia expande o potencial do profissional através de ferramentas que vão auxiliar no processo da conquista dos resultados”, comenta ele.
Com o mercado mais ascendente e com a forte atuação desse profissional, as empresas têm notado um ganho significativo em relação ao atingimento de metas e, por conseguinte, uma satisfação maior internamente. Segundo Marcelo Chianello, Sócio-Diretor da ello Atelier do Comportamento, o coaching tornou-se uma indispensável metodologia, com importantes ferramentas para desenvolvimento dos comportamentos nas empresas, alinhando-os às estratégias corporativas.
“No Brasil ainda é algo novo, a maioria dos profissionais estão passando por mudanças, recebendo outras qualificações e as empresas estão começando a perceber que os cargos de alta liderança demandam pessoas com técnica e metodologias para lidar com seus liderados. É importante dizer que o processo do coaching começa de cima da pirâmide para baixo e não pode ser confundido com terapia e consultoria”, enfatiza Martins. Segundo a perspectiva da SLAC, quando a empresa almeja crescimento, ela encaminha seu profissional de RH para os cursos para que a prática obtida no treinamento seja introduzida no processo interno da empresa. Um dos diferenciais da qualificação oferecida pela Sociedade Latino Americana de Coaching é análise de competência, no qual o futuro coach será preparado para desenhar o perfil comportamental, avaliar o nível de inteligência emocional, o que vai aprimorar a atuação desse profissional dentro de qualquer empresa.
Conforme dados da Instituição, cerca de 80% dos profissionais que passam pelos cursos têm entre 35 a 45 anos, uma maior bagagem e alto poder financeiro. A geração Y e profissionais acima de 45 anos são a minoria. Para a geração mais nova, que busca a qualificação por iniciativa própria, o coaching pode ser uma transição de carreira e uma especialização que agrega recurso a idade deles.
Coach dá dicas de como lidar com a fama e equilibrá-la com a vida pessoal
“O sucesso sobe à cabeça de qualquer um. A diferença é que as pessoas lidam com a situação de maneiras diferentes.” A afirmação é do coach Mike Martins, Diretor Executivo da SLAC (Sociedade Latino Americana de Coaching). Segundo o especialista, para lidar com a fama, preservar a vida pessoal e proteger-se dos novos “amigos” que surgem, é necessário muito preparo.
Depois de alcançado esse status tão desejado, que também requer planejamento para alcançá-lo, é preciso se programar para manter e aumentar a reputação.
“Durante o processo, que pode ser realizado com a ajuda de um coach, são feitas perguntas cirúrgicas para avaliar vários aspectos e quais serão os ganhos e perdas em relação ao sucesso. E, então, são elaboradas estratégias para que tudo saia dentro do planejado”, afirma Mike Martins.
Artistas, atletas e pessoas que do dia para a noite tornam-se famosas (ainda que momentaneamente), graças a seus desempenhos ou aparições em grandes mídias, acabam ganhando grande projeção na imprensa graças à fama. E isso acaba atraindo novos “amigos” e interessado(a)s em relacionamento.
“Interesseiros de plantão sempre vão existir. Quanto mais famoso se fica, mais pessoas são necessárias ao lado. Mas é aí que é preciso muito cuidado e até entender a linguagem não verbal, fazendo uma criteriosa seleção de quem se terá por perto.”
Outro ponto importante, segundo o diretor da SLAC, é fazer com que a vida profissional não cause estragos à pessoal. Hoje em dia, é cada vez mais comum ver famosos se separando logo após a fama, tendo que assumir filhos oriundos de relacionamentos relâmpago, etc.
“Conversar com especialistas em estratégias e ter um mentor, que tenha passado por este processo com resultados satisfatórios, são ótimos mecanismos para estabelecer e mensurar esse equilíbrio”, completa Mike Martins.